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Fome Real x Fome emocional: qual a diferença?

15 de janeiro de 2019

Você já parou para pensar se sente fome ou apenas vontade de comer? Se você é daquelas pessoas que abrem a geladeira para pensar, mesmo de barriga cheia ou sempre sente vontade de comer um “docinho”, talvez você tenha Fome Emocional, que é diferente da fome natural que sentimos, também conhecida como Fome Real ou Fome Fisiológica.

A Fome Real é identificada por meio dos sinais que o corpo manda quando precisa comer para sobreviver e ingerir nutrientes para realizar suas funções vitais. Ela pode se manifestar de diversas maneiras, como a sensação de “vazio no estômago”, tontura, dor de cabeça e irritação.

Já a Fome Emocional, também conhecida como Fome Psicológica, não está ligada às nossas necessidades fisiológicas, e sim, com a mente. Geralmente aparece nos momentos em que achamos que precisamos nos recompensar com comida por alguma situação que abalou o nosso estado emocional. É aí que entram os famosos: “eu mereço” ou o “hoje pode”. O grande problema é que o cérebro é esperto, e sabe que a recompensa é maior com a combinação de açúcar e gordura.

A Fome Emocional também acontece naqueles momentos de “vontade” repentina de comer determinado alimento, ou socialmente, quando estamos em momento de confraternização, festas com amigos e almoços familiares. É aquele sentimento de compartilhar o alimento e de jogar conversa fora enquanto beliscamos.

Para identificar se sua forma é realmente fisiológica, você precisa estar atento aos sinais do corpo. A escala da fome, desenvolvida pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), ajuda a identificar as reações e é composta por 10 níveis, nos quais o 0 corresponde a “sem nada no estômago” e o 10 indica que está “realmente muito cheio, como um balão”.

Confira os detalhes da escala de 1 a 10:

1. Faminto: provavelmente com dor de cabeça. Não consegue se concentrar e começa a sentir-se tonto. Pode ter problemas de coordenação. Está sem energia e necessita deitar. Isto pode ocorrer durante uma dieta muito restritiva;

2. Não tolera nada: sente-se irritado, mal-humorado, com muita fome e com pouca energia. Pode até sentir náuseas. Está esfomeado;

3. O desejo de comer é forte: sente um vazio no estômago e a sua coordenação começa a diminuir;

4. Começa a pensar em comida: o seu organismo dá sinal de que quer comer. Está com alguma fome;

5. O seu corpo tem energia suficiente, tanto ao nível físico e psicológico e começa a se sentir satisfeito;

6. Sente-se satisfeito e confortável.

7. Passou o ponto da satisfação, no entanto, ainda consegue arranjar espaço para comer um pouco mais. O seu corpo diz “não” e a mente diz “sim” para mais algumas garfadas;

8. Já se sente cheio. Talvez fosse melhor não comer mais, mas está tão saboroso. Comer, para si, é a coisa mais importante e a sua vida centra-se na comida?

9. Está realmente desconfortável. Sente-se pesado, cansado e inchado. Já não socializa, prefere estar sozinho ou ir deitar-se. Será que perdeu a oportunidade de confraternizar para se centrar na comida?

10. Excessivamente cheio. Sente-se fisicamente desconfortável, não tem vontade de se mexer e sente que não volta a olhar mais para a comida.

Como lidar com a fome no dia a dia?

A atenção precisa ser plena enquanto você está se alimentando. Quanto mais conscientes estamos do que comemos, mais conectados ficamos com o nosso organismo. Por isso, nada de distração na hora das refeições, o que inclui o uso do celular, assistir TV, trabalhar e outras situações.

Além das distrações, evite também comer apressadamente, em uma reunião, no carro ou na frente do computador. Uma dica válida é buscar usar os 5 sentidos na hora de comer: sentir o cheiro, ouvir o barulho, ver o alimento e, se possível, até tocá-lo. Buscar identificar todos os sabores também vai trazer mais prazer e saciedade.

Optar por alimentos ricos em nutrientes e com alto efeito sacietógeno, que dão saciedade e são ricos em fibras solúveis, também é uma escolha inteligente para driblar a fome emocional. Por serem mais complexos, os alimentos com fibras exigem mais tempo de mastigação e permanecem mais tempo no aparelho digestivo. A aveia e o amaranto, por exemplo, são ótimos aliados da alimentação saudável e contribuem para a nutrição do corpo de maneira completa.

Entre os diversos tipos de cereais disponíveis no mercado, a aveia é considerada uma das mais ricas em fibras e excelente aliada da boa alimentação e da vida saudável. Fonte de minerais e vitaminas o cereal melhora o funcionamento intestinal, facilita a digestão, diminui o colesterol ruim e auxilia no controle  da quantidade de açúcar no sangue.

Por aumentarem a sensação de saciedade, as chias, são as queridinhas das dietas de emagrecimento e reeducação alimentar.

Seus grãos contêm uma grande quantidade de ácidos graxos do tipo ômega 3, que auxiliam no controle dos níveis do colesterol ruim (LDL) e dos triglicerídeos, fazendo muito bem ao coração. 

Conheça nossa linha completa de produtos integrais aqui.


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E agora? Como comprovar que este produto é 100% sem glúten?

24 de maio de 2017

Quem sofre de doença celíaca já sabe: não basta evitar o consumo de alimentos que contenham glúten, é preciso atenção redobrada sobre aqueles que possam sofrer qualquer tipo de contaminação cruzada.

Pode parecer exagero, mas os danos provocados pela doença celíaca ocorrem até mesmo em quantidades microscópicos do glúten (menos de 20ppm ou partes por milhão). Por isso, os rótulos e embalagens dos alimentos são uma importante fonte de informação.

Apesar de a lei brasileira obrigar as empresas a informarem na embalagem a presença ou não de glúten nos alimentos, quem é celíaco nem sempre se sente seguro. Para esclarecer as dúvidas, uma saída adotada é questionar diretamente as empresas e fabricantes sobre a linha de produção de determinado produto.

“Algumas empresas fazem uma testagem mais detalhada para garantir isenção e disponibilizam estes testes para o consumidor. Mas, no mundo todo, são os selos de certificação que deixam o celíaco seguro”, explica Ester Benatti, Secretaria Executiva da Fenacelbra (Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil).

Ao contrário de países como Estados Unidos, Espanha e Argentina, o Brasil não possui um órgão certificador que ateste os produtos livres de glúten e do risco de contaminação cruzada. Por isso, uma estratégia adotada pelas empresas brasileiras é buscar lá fora, a certificação para os produtos que comercializam no Brasil.

A Vitalin Sem Glúten, por exemplo, foi a primeira empresa de capital nacional a ser certificada com o selo internacional Gluten-Free (GF), a principal certificação do mercado de alimentos sem glúten do mundo, reconhecido em 27 países.

Para ser certificado pela Gluten-Free Certification Organization (GFCO), a empresa precisou passar por auditorias em toda a cadeia produtiva e cumprir uma série de requisitos de qualidade a fim de garantir a segurança total dos produtos.

“O consumidor, principalmente o celíaco, precisa ter segurança no que está consumindo. Não se trata apenas de uma questão de qualidade do produto, mas de cuidado com a saúde do consumidor”, explica Rogério Manske, diretor presidente da Vitalin.

As aveias comercializadas pela Vitalin, por exemplo, vem de fazendas certificadas onde o plantio, colheita, transporte e moagem são rigidamente controlados, excluindo a possibilidade de contaminação cruzada.

Presente em todo os estados brasileiros, a Vitalin conta com uma ampla linha de produtos orgânicos e integrais sem glúten como granolas, aveias com frutas desidratadas, cookies integrais, snacks salgados, chia, quinoa, amaranto, linhaça, gergelim e açúcar mascavo.


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Pesquisa da Unicamp revela poder da chia na prevenção do câncer e do mal de Alzheimer

17 de dezembro de 2016

Pesquisadores recomendam uso regular da semente ou do óleo na comida. (Foto: Reprodução EPTV)

Há mais de 2 mil anos, a chia já era consumida pelos povos nativos da América Central. Hoje, ela é facilmente encontrada em empórios e supermercados e faz parte da dieta de quem procura uma alimentação saudável e rica em nutrientes.

Isso porque a chia é reconhecida mundialmente pela sua grande quantidade de minerais, fibras e vitaminas e por ser uma das maiores fontes vegetais de ômega 3, um ácido graxo essencial que nosso corpo não tem a capacidade de produzir.

Esta semana, um estudo do Departamento de Alimentos e Nutrição da Unicamp, em Campinas (SP), revelou que, além das propriedades nutritivas, o consumo da semente ou do óleo da chia pode ajudar na prevenção de vários tipos de doenças, entre elas o câncer e o mal de Alzheimer.

Segundo os pesquisadores, a chia possui um poder antioxidante que previne o envelhecimento precoce das células e ajuda a reduzir a quantidade de açúcar no sangue. “Nós verificamos que tanto com o consumo da semente quanto com o óleo de chia, mostrou um efeito anti-inflamatório, reduziu os níveis de colesterol em torno de 30% a 40% e também aumentou a concentração de ômega 3 nos animais”, explica a pesquisadora Rafaela Marineli sobre os resultados obtidos com o experimento.

A pesquisa para descobrir os efeitos da chia no organismo começou há quatro anos e foi divulgada esta semana pela Unicamp.


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Celíacos, diabéticos, veganos e pessoas com restrição alimentar podem contar com a ajuda do Gofind.Online

8 de dezembro de 2016

Uma das maiores dificuldades para quem precisa fazer dietas restritivas é conseguir encontrar os alimentos adequados às suas restrições. Pensando nisso, dois jovens de Joinville, Santa Catarina, criaram o aplicativo Gofind.Online. O serviço mobile mostra ao consumidor onde encontrar o produto que deseja na loja mais próxima.

O funcionamento é simples. Após baixar o app, basta colocar o nome do produto, que o aplicativo mostra todas as opções, com informações sobre peso, marca, nome da loja, a disponibilidade do estoque, distância, horário de atendimento, telefone e ainda opções de rota para chegar até o local.

A Vitalin é uma das primeiras empresas a conectar sua rede de distribuição com a Gofind.Online. Assim, todo o portfólio da empresa pode ser facilmente encontrado nas lojas cadastradas.

“O Gofind.Online funciona como o mapa do Google, só que não aponta apenas as lojas, ele consegue pesquisar no estoque dos estabelecimentos”, explica o CEO da Gofind.Online, Fernando Farias.

O aplicativo está disponível gratuitamente para Android aqui e iOS aqui, e já conta com 15 mil produtos cadastrados e 45 mil lojas conectadas nas principais cidades do país.


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Produtos da Vitalin recebem o selo Kosher

1 de novembro de 2016

O selo de qualidade criado pela comunidade judaica também pode ser um importante aliado dos vegetarianos e intolerantes à lactose.
Após ser atestada pelo selo GF (Gluten-Free), a principal certificação do mercado mundial sem glúten, a Vitalin acaba de receber mais um certificado de qualidade do mercado alimentício: o selo kosher, um dos mais importantes e rígidos do mundo.

A palavra kosher, significa “permitido”, “próprio” ou “bom” e designa aqueles alimentos que podem ser consumidos pelos judeus por obedecer às normas da dieta judaica ortodoxa. Entre as restrições imposta pela dieta está a proibição do consumo de carne, órgãos, ovos e o leite de certos animais (veja abaixo outras regras da dieta judaica).

No Brasil, o selo Kosher é emitido pela BKA do Brasil – órgão responsável pela avaliação e fiscalização dos alimentos, mas o selo é mundialmente reconhecido e sinônimo de controle máximo de qualidade. Para receber a certificação, explica a engenheira de alimentos da Vitalin, Flavia Passos, a empresa precisa passar por uma série de avaliações.

Na primeira etapa, uma pesquisa minuciosa é realizada para levantamento de dados sobre os ingredientes que compõem os produtos, cadeia de fornecedores, bem como o processo de fabricação. Na segunda etapa, após ter sido constatado que os produtos preenchem as normas da dieta, é agendada uma visita de um rabino ortodoxo à fábrica para auditoria e aprovação final.
“Além dos judeus, muitos consumidores enxergam a alimentação kosher como uma alimentação de maior qualidade. Além disso, a indicação “parve” em produtos kosher demonstra a ausência de carne ou leite no produto, o que abre o mercado para o consumidor vegetariano ou àqueles que tem certa intolerância à lactose”, explica.
Os produtos da Vitalin Sem Glúten avaliados e certificados pelo selo BKA (Kosher) são:

Farinha de Linhaça Dourada Orgânica
Farinha de Linhaça Dourada Integral
Farinha de Chia Integral
Farinha de Chia + Linhaça Dourada Orgânica
Farinha de Linhaça Marrom Integral
Açúcar Mascavo Orgânico
Farinha de Amaranto Orgânico
Farinha de Quinoa Orgânico
Amaranto Orgânico em Flocos
Semente de Chia Integral
Gergelim Branco Descascado
Gergelim Branco Natural
Semente de Linhaça Dourada Integral
Semente de Linhaça Marrom Integral
Quinoa Integral Tricolor em Grãos
Quinoa Integral em Grãos
Semente de Linhaça Dourada Orgânico
Quinoa Real Orgânica em Grãos
Quinoa Real Mista Orgânica em Grãos
Quinoa Real Vermelha Orgânica em Grãos
Aveia em Flocos
Aveia em Flocos Finos
Mistura Integral para Massas sem Glúten 5 em 1
Chia Grãos Orgânico
Chia Branca Grãos Premium Integral

Em breve, todos os produtos Vitalin terão o selo BKA identificados na embalagem.

Conheça algumas regras da dieta judaica:

  • Certos animais não podem ser consumidos de forma alguma. Essa restrição inclui a carne, os órgãos, os ovos e o leite desses animais. Mesmo os animais permitidos só podem ser ingeridos se forem abatidos de acordo com as regras da lei judaica.
  • Todo sangue deve ser drenado da carne antes de comer.
  • Algumas partes de animais permitidos não podem ser ingeridas.
  • Carne não pode ser ingerida junto com leite.
  • Peixes, frutas, vegetais e grãos podem ser comidos tanto com carne quanto com leite.
  • Os utensílios que estiveram em contato com carne não podem ser utilizados com leite e vice-versa.
  • Produtos à base de uva fabricados por um não judeu, não podem ser consumidos.
  • Somente os peixes que possuem escamas e nadadeiras podem ser consumidos.
  • Todos os tipos de moluscos e frutos do mar são proibidos.
  • Os vegetais e grãos devem ser rigorosamente supervisionados para que não haja vermes ou insetos.

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