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Dicas de como manter uma dieta Sem Glúten

29 de setembro de 2020

Um dos tipos de intolerâncias mais comuns no Brasil, referente a alimentação, é a intolerância ao glúten.
Porém, a falta de informação e dificuldade para diagnosticar o problema diminuem a procura por especialistas.

Para aqueles que não sabem, glúten é uma proteína vegetal encontrada principalmente no trigo, onde algumas pessoas possuem alergia ou sensibilidade a essa proteína.
A identificação ocorre por meio dos seguintes sintomas: dores no estômago, diarreia crônica, excesso de gases, aftas na boca, entre outros.
Por fazer parte da maioria das receitas tradicionais de bolos, pães, massas, biscoitos e tortas, é preciso ter atenção para seguir uma dieta onde é necessário retirar o glúten.

Mas não precisa abrir mão dos seus pratos favoritos.

É possível continuar aproveitando deliciosas receitas, em suas versões ricas em nutrientes, mesmo sem consumir nada com glúten.
O principal ponto é sempre ficar de olho nos rótulos das embalagens, elas devem apresentar a informação: “não contém glúten”.
Nesse caso, é importante que você opte sempre por produtos com a garantia de credibilidade do fabricante, ficando atento às certificações.

Em casa, o ideal é ter um espaço na cozinha só para você, pois tem algumas coisas que não podem ser compartilhadas para evitar a contaminação cruzada, como: a torradeira, a batedeira,
utensílios de madeira e tábuas.


E na hora de viajar, como manter a dieta?

Quem segue uma dieta com restrição de glúten acaba encontrando certas dificuldades para comer fora de casa, seja em outra cidade ou país.
Com o intuito de ajudar, existem aplicativos para celíacos onde é possível encontrar bares, restaurantes e lojas que vendem produtos Sem Glúten de acordo com a sua localização.

A dica é que você pesquise o local com antecedência e busque alternativas, afinal, café da manhã não é só pão.
Ser celíaco não significa que a dieta tem que ser monótona, muito pelo contrário, é preciso ter uma alimentação variada com soluções criativas.
Se for viajar de avião, algumas companhias aéreas já oferecem opções sem glúten, o ideal é sempre perguntar no momento da reserva.
Informe-se sobre hábitos e ingredientes mais usados na cidade em que irá ficar e muita atenção para os riscos de contaminação cruzada.

Lembre-se: a sua saúde deve vir sempre em primeiro lugar.
Por via das dúvidas, previna-se e leve sempre um lanchinho, frutas e seus produtos prediletos nos quais você confia totalmente.

Não sou celíaco, mas quero tirar o glúten da minha alimentação.
O que fazer nesse caso?


Caso você não tenha a doença celíaca e queira retirar o glúten da alimentação, como ele é uma proteína sem valor nutricional, você não terá nenhuma perda de nutrientes ou vitaminas, podendo retirá-lo sem qualquer preocupação.
Os produtos sem glúten não são obrigatoriamente menos calóricos do que os produtos convencionais, no entanto, muitos que possuem o selo Gluten Free tem valores nutricionais melhores que os convencionais.

Lembre-se de sempre ter um acompanhamento profissional para saber qual a melhor dieta para você.

E conte sempre com a Vitalin Sem Glúten, temos um catálogo completo de produtos nutritivos, práticos e funcionais para uma vida mais saudável, equilibrada e feliz.

Conheça nossa loja: https://vitalinsemgluten.lojavirtualnuvem.com.br/


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Glúten: entenda o que é e o motivo para evitar

11 de agosto de 2020

A Vitalin Alimentos é a primeira empresa brasileira do segmento de alimentos saudáveis a receber o selo internacional Gluten Free (GF).

O selo GF indica aos consumidores quais produtos são produzidos com ingredientes livres de glúten e sem risco de contaminação cruzada, pois seguem um controle de qualidade rigoroso, atestando que os passos seguidos na cadeia produtiva não comprometam a produção e a qualidade do produto.

Mas afinal o que é glúten?

O glúten é uma proteína encontrada nos alimentos que possuem como ingredientes trigo, aveia, malte, cevada e centeio.
É ele que oferece por exemplo a elasticidade dos pães, bolos e biscoitos.
Por ser considerado uma proteína de difícil digestão, o glúten acabou se tornando uma espécie de vilão.

Alguns estudos publicados mostram os potenciais riscos à saúde associados a ele, tais como alergias, aumento de peso. Em consumo exagerado, ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, levando muitas pessoas a optarem por reduzir ou eliminar essa proteína da dieta.
Existem também aquelas que precisam de uma dieta mais restritiva, pois possuem sensibilidade ao glúten, alergia ao trigo ou até mesmo doença celíaca.

A gente explica a diferença:

Vamos começar com a sensibilidade ao glúten.
Ela é decorrente da má digestão do glúten causando uma alteração gastrointestinal.
Seus sintomas são: dor no estômago, excesso de gases e sensação de queimação na garganta.

A alergia ao trigo é uma resposta imunológica ao consumo de trigo, causando uma reação logo após a ingestão do alimento apresentando vermelhidão na pele, coceira intensa, inchaço no rosto ou língua e, em alguns casos, vômito.

Já a doença celíaca é um distúrbio inflamatório crônico do intestino delgado, uma resposta autoimune ao glúten quando este entra em contato com o intestino causando inchaço, anemias, diminuição de fertilidade e sinais de desnutrição.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre glúten, com uma orientação adequada dada por um profissional, pode iniciar uma alimentação apropriada às suas necessidades e também para um processo mais saudável de nutrição utilizando os produtos da Vitalin Alimentos, trazendo assim equilíbrio para o seu dia a dia, desde o café da manhã até o jantar.

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Por que tantas pessoas estão optando por uma alimentação sem glúten?

29 de abril de 2019

Qualquer pessoa que vai ao supermercado consegue notar a diferença: há poucos anos era difícil encontrar produtos sem glúten nas prateleiras e atualmente há corredores inteiros reservados a estes itens. A mudança está relacionada a hábitos de consumo.

Os produtos glúten free nasceram para atender o público celíaco, que quadruplicou desde a década de 50. O organismo dos celíacos produz uma reação imunológica ao glúten e, por essa razão, estas pessoas precisam banir a proteína de sua alimentação. Pelo menos 55% dos consumidores celíacos gastam 30% do seu orçamento, ou mais, com produtos sem glúten, mas a grande reviravolta deste mercado veio com novos adeptos à dieta: as pessoas que buscam uma vida mais saudável.

Somente nos Estados Unidos, 28,5% das pessoas querem reduzir ou eliminar a proteína de suas refeições e o mercado de produtos gluten  free já movimenta mais de US$ 10 bilhões por ano. No mundo inteiro, essa tendência de mercado vem crescendo para atender um público consumidor exigente.

Mas por que tantas pessoas estão optando por uma alimentação sem glúten? Antes de mais nada, é preciso entender o que é essa substância, onde ela aparece e como pode ser evitada na alimentação.

O que é glúten e como ele é produzido?

Nos últimos anos criou-se um tabu relativo ao consumo do glúten, mas nem todo mundo sabe o que esta substância realmente é. Por isso vamos esclarecer: o glúten é a combinação de dois grupos de proteínas, a gliadina e a glutenina. É uma substância natural, encontrada dentro dos grãos de trigo, cevada e centeio.

Portanto, o glúten sempre esteve presente nesses ingredientes. A maneira como os grãos são produzidos na indústria moderna, contudo, pode ter relação com a forma que o nosso organismo metaboliza o glúten.

Ao longo dos anos, a indústria alimentícia vem desenvolvendo mutações nos grãos de trigo, para que eles sejam mais resistentes a pragas ou para que a colheita seja feita de forma mais eficiente. Em razão dessas modificações, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o trigo consumido atualmente possui 20 vezes mais glúten do que há 40 anos. E se não bastasse este aumento, alimentos com glúten estão cada vez mais presentes na rotina do brasileiro.

Evolução do consumo de glúten

Por fazer parte da composição de ingredientes tão comuns, o glúten aparece em muitas refeições. De acordo com a Embrapa, o consumo de farinha de trigo no Brasil dobrou desde os anos 70, passando de 30 kg por pessoa, ao ano, para 60 kg. A praticidade de pães, biscoitos, bolos e massas prontas vem recheada de glúten e esses são os protagonistas das refeições de muitas pessoas. O problema é que estes alimentos industrializados possuem poucas fibras, nutrientes, vitaminas e minerais e uma refeição pouco balanceada não tem como ser benéfica ao organismo.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% dos brasileiros não consomem as porções diárias de frutas, verduras e legumes recomendadas. E essa deficiência de nutrientes, somada ao acesso exagerado ao glúten, pode ter um impacto negativo na sua saúde.

O surgimento da sensibilidade ao glúten

Diferente da doença celíaca, a sensibilidade ao glúten é caracterizada como uma reação menos severa à ingestão desse tipo de alimento. Seus sintomas são diarreia, dor abdominal, gases, perda de peso, dores nos ossos ou nas juntas, dormência nas pernas, dores de cabeça, confusão mental, dermatite e anemia. E são essas reações no organismo que levam cada vez mais pessoas sensíveis ao glúten a reduzir ou eliminar a proteína de suas refeições.

Esta sensibilidade é uma doença que começou a ser estudada a pouco tempo e é difícil de ser diagnosticada, já que seus sintomas confundem-se com o de outras condições. Novos estudos, contudo, estão esclarecendo pontos relacionados à doença. 

Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriram que as pessoas que têm a barreira intestinal enfraquecida sofrem uma resposta imunológica inflamatória ao ingerir glúten, mesmo sem ter a doença celíaca ou alergia ao trigo. Diferente da reação celíaca, contudo, esses pacientes apresentam uma inflamação sistêmica espalhada pelo corpo, o que caracterizaria os sintomas citados. 

As causas da sensibilidade não-celíaca ainda não foram comprovadas, mas esta condição está levando várias pessoas a reduzir a ingestão de glúten. Ao perceber o desaparecimento dos sintomas, estes pacientes relacionam a ausência da proteína a uma vida mais saudável, decidindo por excluir o glúten da alimentação.

A vida sem glúten veio pra ficar

Os celíacos representam cerca de 1% da população mundial, mas acredita-se que mais 5% da população sofra com os sintomas da sensibilidade ao glúten. Para estas pessoas, o corte do glúten na alimentação pode resultar em efeitos positivos ao organismo, tais como:

  • melhor digestão dos alimentos;
  • maior absorção de vitaminas e minerais;
  • prevenção de casos de anemia;
  • redução de inflamações causadas por doenças autoimunes, artrites e problemas intestinais.

Para ajudar você na hora de escolher alimentos sem glúten, nutritivos e saborosos, a Vitalin oferece uma linha completa de produtos, como aveias, grãos, misturas para bolo, cookies e snacks. Dessa forma, você não precisa excluir da alimentação aquilo que mais gosta de comer. Acesse nosso site e saiba mais sobre as nossas opções. Ser saudável é se sentir bem!


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